Conversar sobre um piloto

Protótipo em piloto com cooperativa

Todo lote tem um endereço. E uma história.

A TraceFarm registra o caminho do mel — do apiário no oeste do Paraná até o pote que alguém abre no café da manhã — com evidência em cada etapa.

Conversar sobre um piloto

Evidência / 2025

Hackathon Fruit Cultura 2025

Notícia oficial da Coopavel Abre em nova aba.

01 / O endereço

Este mel vem de um lugar específico. E de alguém que responde por ele.

Santa Helena / PR

Oeste do Paraná

Uma cooperativa de apicultores organiza ali a produção do mel que atravessa esta página. Território real, gente real, registro real — etapa por etapa.

Ficha de origem

O próximo nome desta ficha é de quem colheu

Hoje este é um lote de demonstração. Quando o primeiro lote piloto for registrado, este espaço apresenta o apicultor parceiro pelo nome, o apiário de origem e a data da colheita — porque quem produz com esse cuidado merece assinar a própria obra.

  • FloradaExemplo: floradas nativas da regiãoExemplo
  • ColheitaExemplo: safra registrada no passaporteExemplo
  • Percurso6 eventos registrados do apiário ao envase

Rastreabilidade em construção

Do produtor local ao produto global.

A Trace Farm está validando uma trilha digital para organizar a origem, os lotes e as evidências do mel e preparar o próximo passo: conformidade documental para exportação.

  • MVP em validação
  • Com cooperativa e produtores
  1. Origem e produtor

    A história começa num endereço: a propriedade e a pessoa responsável pelo mel ficam identificadas desde o primeiro registro.

  2. Cadastro do apiário

    O lugar exato onde as abelhas trabalham entra no mapa — porque terroir não é decoração, é dado.

  3. Lote de produção

    Cada colheita ganha identidade própria. Não existe 'mel genérico': existe ESTE lote.

  4. Processamento e envase

    Cada transformação do lote é registrada — do favo ao pote que chega à sua mão.

  5. Evidências do lote

    Documentos e registros reunidos numa mesma trilha, prontos para provar o que a etiqueta promete.

  6. Dossiê digital

    A história completa do lote, legível para quem come — e auditável para quem precisa.

Evolução planejada

Conformidade documental para exportação

A evolução planejada pretende apoiar a organização do conjunto documental exigido para acessar mercados internacionais, sem apresentar essa capacidade como operação atual.

Capacidade futura
  • Checklist documental por destino
  • Dossiê exportável por lote
  • Histórico auditável de evidências

Reconhecimento público, com fonte.

Equipe TraceFarm no Hackathon Fruit Cultura 2025
2025Coopavel

Hackathon Fruit Cultura 2025

Projeto vencedor no evento de inovação do setor frutícola realizado em Santa Helena.

Quem sustenta esta leitura.

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Gustavo Mazur

Co-fundador & Head de Produto

Estudante de Ciência da Computação na UTFPR — Campus Santa Helena. Atua como desenvolvedor e head de produto da TraceFarm.

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Vitor Emanuel

Co-fundador

Estudante de Ciência da Computação na UTFPR, com passagem pela Kodland Latinoamérica.

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Caio Macedo

Co-fundador & Back-end / Data Science

Estudante de Ciência da Computação na UTFPR — Campus Santa Helena, bolsista do ISMART (Instituto Social para Motivar, Apoiar e Reconhecer Talentos), com foco em Data Science e back-end.

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02 / Mudança de mercado

A confiança passou a exigir evidência. E o mercado deixou de esperar.

Origem, lote, eventos e documentos precisam estar conectados antes que uma auditoria, certificação ou negociação transforme informação dispersa em urgência.

Quatro sinais de que declarar origem já não basta.

Fontes primárias

  1. Identificar

    Fornecedor e destinatário precisam ser recuperáveis ao longo da cadeia alimentar.

    Regulamento (CE) 178/2002 · Art. 18 (abre em nova aba)
  2. Registrar

    Recebimento, embalagem, transporte e expedição formam eventos críticos de rastreamento.

    GS1 Global Traceability Standard 2.0 (abre em nova aba)
  3. Reconstruir

    Um sistema de rastreabilidade deve permitir determinar o histórico ou a localização do produto.

    ISO 22005:2007 (abre em nova aba)
  4. Comprovar

    Cadeias certificadas dependem de segregação, identificação, rastreabilidade e evidências auditáveis dentro do escopo aplicável.

    GLOBALG.A.P. Chain of Custody v6.1 (abre em nova aba)

As exigências variam por produto, mercado e certificação. Cada processo deve ser avaliado dentro do seu escopo aplicável.

Para quem abre o pote, isso significa uma coisa simples: essa história não é marketing. Está escrita, assinada e verificável.

A TraceFarm organiza a base documental. Não substitui auditorias ou organismos certificadores.

O próximo lote pode contar uma história verificável

Declarar origem é simples. Provar é TraceFarm.

Veja o protótipo aplicado à cadeia do mel e avalie um primeiro piloto com sua cooperativa.

Passaporte TraceFarm do lote TF-0426, com endereço de origem, produtor identificado e eventos registrados

Lote de demonstração — em breve, um lote real com nome de quem o colheu.

Perguntas frequentes

Respostas diretas sobre a TraceFarm e sobre como iniciar uma conversa.

O que é a TraceFarm?

A TraceFarm é uma plataforma de rastreabilidade para cooperativas: organiza origem, documentos e qualidade de um produto em um único registro confiável, da origem ao consumidor. Hoje aplicamos isso à cadeia do mel, em parceria com uma cooperativa de apicultores do oeste do Paraná. O objetivo é transformar produtores locais em produtos globais.

Em que estágio o projeto está?

Hoje somos um protótipo em validação. O projeto venceu o Hackathon Fruit Cultura 2025 (Coopavel), o que trouxe reconhecimento público, mas reconhecimento público não equivale à validação operacional. O próximo passo é um primeiro piloto com parceiros reais da cadeia, começando pela rastreabilidade do mel.

Com quem a TraceFarm busca conversar?

Buscamos cooperativas agroindustriais de pequeno e médio porte, produtores e organizações da cadeia agrícola que querem comprovar origem e qualidade rumo a mercados maiores, além de investidores e parceiros estratégicos. Se o projeto se encaixa nesse caminho, o próximo passo é agendar uma conversa.

Como conhecer o projeto?

A forma mais direta é agendar uma conversa com a liderança da TraceFarm. Você conhece a rastreabilidade funcionando, vê o case aplicado a uma cooperativa de apicultores e entende como ela pode se aplicar às suas necessidades. Use o botão "Conversar sobre um piloto" para escolher um horário.

Quais informações são publicadas nesta página?

Apenas informações institucionais e evidências com fonte pública. Dados comerciais, jurídicos e de privacidade só são publicados após aprovação. Preferimos transparência sem expor o que ainda não foi autorizado.

Vou poder comprar esse mel?

Ainda não. Somos um protótipo em validação com uma cooperativa de apicultores do oeste do Paraná. Quando o primeiro lote real existir, quem estiver na nossa lista recebe primeiro. Escreva para tracefarm2025@gmail.com com o assunto 'Quero acompanhar o primeiro lote'.

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